Após duas décadas de dedicação e uma trajetória consolidada no CTMDT, a pastora Ana Paula Manzo anuncia sua saída da Lagoinha Global. O desligamento levanta um debate urgente: estariam as lideranças sendo tratadas como meras peças em um tabuleiro de xadrez institucional?
Movimentações e Despedidas: O que a saída de Ana Paula Manzo revela sobre a Lagoinha Global
A Igreja Batista da Lagoinha, sob a gestão de André Valadão, enfrenta mais um capítulo de reestruturação interna que tem gerado repercussão no cenário evangélico. Desta vez, a missionária e pastora Ana Paula Manzo, figura central em projetos missionários e que estava na denominação há 20 anos, comunicou oficialmente seu desligamento.
Do acolhimento à ruptura
Ana Paula Manzo não era apenas uma colaboradora; sua história se confunde com a da instituição. Formada pelo CTMDT e enviada às nações pela igreja, ela pastoreou por oito anos em Portugal. Recentemente, a liderança da Lagoinha Global havia anunciado uma nova missão para ela: atuar no Leste Europeu e no Oriente Médio, com base na Suíça.
No entanto, em vídeo publicado em suas redes sociais, Manzo revelou que a transição gerou um desgaste emocional profundo. O ponto determinante teria sido a impossibilidade de acompanhar o batismo da igreja que ela mesma ajudou a levantar e pastoreou por quase uma década. “Alguns fatores foram decisivos… o fato de eu não poder estar num batismo da igreja que eu pastoreei por 8 anos e meio fez muita diferença”, afirmou a pastora.
Gestão Estratégica ou Crise de Relacionamento?
O episódio reacende as críticas sobre o atual modelo de gestão de André Valadão. No meio eclesiástico, questiona-se se as transferências de pastores estão ocorrendo de forma puramente administrativa, ignorando o alinhamento emocional e os vínculos criados nas comunidades locais.
A saída de Manzo ocorre pouco tempo depois de um vídeo polêmico onde ela brincava sobre o não recebimento de valores do INSS, o que, para muitos observadores, já indicava uma instabilidade ou descontentamento nos bastidores.
Respeito e Distanciamento
Embora tenha feito questão de enfatizar que saiu com a bênção de André Valadão e que o pastor a atendeu cordialmente, a saída definitiva de uma líder com 20 anos de casa sinaliza uma ruptura significativa. Para analistas do setor, a debandada de nomes históricos pode indicar que o custo da globalização da marca Lagoinha tem sido o enfraquecimento da relação pessoal entre a cúpula e seus pastores de base.
Diante de tantas mudanças e saídas de líderes históricos, você acredita que a Lagoinha está passando por uma modernização necessária ou está perdendo sua essência no processo de expansão? Deixe sua opinião nos comentários.
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Para mais informações sobre as mudanças na Lagoinha e a gestão de andré valadão, fique atento às atualizações.









